Sinto saudades de um amor meloso
um amor melado,
saliva, suor e gozo
entrando pelo lado errado.
Mas vai muito além
do que há entre as pernas,
sei que vou achá-las tenras,
mas hei de querer te fazer carinho
depois que tudo acabar.
E há de acabar
cinco ou seis vezes por noite
dependendo da disposição.
Ah, quanta emoção!
Sinto saudades de um amor medroso,
um amor medido,
mão na mão,
dedinho no dedinho,
e o dedinho vai seguindo.
Mas vai muito além
do toque com as mãos,
sei que me aguçam o tato
mas há outras formas de entrar em contato
e como exemplo cito a língua.
Se não conversamos no ato,
é que estamos de boca cheia
mas você sente minha veia
e eu sua pulsação
Ah, quanta emoção!
Amar é emoção pura!
Nada se compara a beleza do amor!
Ah, quanta emulsão!
Ah, quanta emoção!
terça-feira, 25 de agosto de 2009
domingo, 23 de agosto de 2009
Maquiagem
Você que acorda
e olha no espelho
seu rosto maqueado
ou não,
mas se maqueia todo
pra sair preparado
pro mundo que te vê,
nasceu deformado.
Não tira a máscara não,
que você é feio demais,
quem é que vai aguentar
te olhar?
Entra no banheiro
se examina com cuidado
e retoca sua máscara
no seu rosto suado
de tanto trabalhar
sufocado,
preparado pra entrar em cena
entra, encena
vai pros bastidores
esconde suas dores
pena,trabalha
retoca a maquiagem
e trabalha um pouco mais.
E na hora de dormir
deixa a máscara do lado da cama
e sua esposa diz que te ama
e tira a máscara dela também
São dois deformados
que mal conseguem dormir
que acordam assustados
com o grito do despertador.
A cada sonho, desperta a dor,
A cada dia, trabalhador.
Cada vida insignificante
tem um anjo inoperante
que bate ponto,
mas dorme em serviço.
e olha no espelho
seu rosto maqueado
ou não,
mas se maqueia todo
pra sair preparado
pro mundo que te vê,
nasceu deformado.
Não tira a máscara não,
que você é feio demais,
quem é que vai aguentar
te olhar?
Entra no banheiro
se examina com cuidado
e retoca sua máscara
no seu rosto suado
de tanto trabalhar
sufocado,
preparado pra entrar em cena
entra, encena
vai pros bastidores
esconde suas dores
pena,trabalha
retoca a maquiagem
e trabalha um pouco mais.
E na hora de dormir
deixa a máscara do lado da cama
e sua esposa diz que te ama
e tira a máscara dela também
São dois deformados
que mal conseguem dormir
que acordam assustados
com o grito do despertador.
A cada sonho, desperta a dor,
A cada dia, trabalhador.
Cada vida insignificante
tem um anjo inoperante
que bate ponto,
mas dorme em serviço.
sábado, 18 de julho de 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
Poeminha de amor sincero
queria trepar
com todas as mulheres que amo
mas não sei mais quantas amo
Então prefiro amar todas
com que trepo.
com todas as mulheres que amo
mas não sei mais quantas amo
Então prefiro amar todas
com que trepo.
sábado, 11 de julho de 2009
Conceito ação
Família é um conceito falido,
Amor é um conceito amargo,
Amizade é só um conceito, amigo,
Respeito se resume ao cargo.
Deus é seu amigo e não seu dono.
Saci é seu amigo e não seu dono.
Eu sou seu amigo e não seu dono.
Um Conceito se define pelo uso.
Amor é um conceito amargo,
Amizade é só um conceito, amigo,
Respeito se resume ao cargo.
Deus é seu amigo e não seu dono.
Saci é seu amigo e não seu dono.
Eu sou seu amigo e não seu dono.
Um Conceito se define pelo uso.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Ciência (ou Azia: cura para a poesia)
A única ciência em que acredito,
é a poesia.
A única loucura que me permito:
é a poesia.
O único suporte que eu uso
é o poema.
Minha única solução:
é o problema.
Só o que faço com cuidado:
é o abuso.
o meu ângulo reto
é obtuso.
minha dúvida
é aguda.
minha única recusa:
é sua ajuda.
A minha linguagem:
é a poesia.
O poema que escrevo
é a metodologia.
O único método que desenvolvo:
é o poema.
A única coisa que quero do ovo
é a gema.
A nebulosidade mais clara
é a alma.
O que eu tenho de mais raro:
é a calma.
O único suporte que me ampara:
é o poema.
A única coisa que me estimula:
é a poesia
A única coisa que me segura:
é o tema.
A única coisa que me para:
é a azia.
é a poesia.
A única loucura que me permito:
é a poesia.
O único suporte que eu uso
é o poema.
Minha única solução:
é o problema.
Só o que faço com cuidado:
é o abuso.
o meu ângulo reto
é obtuso.
minha dúvida
é aguda.
minha única recusa:
é sua ajuda.
A minha linguagem:
é a poesia.
O poema que escrevo
é a metodologia.
O único método que desenvolvo:
é o poema.
A única coisa que quero do ovo
é a gema.
A nebulosidade mais clara
é a alma.
O que eu tenho de mais raro:
é a calma.
O único suporte que me ampara:
é o poema.
A única coisa que me estimula:
é a poesia
A única coisa que me segura:
é o tema.
A única coisa que me para:
é a azia.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
As Mulheres tomando o Poder
Ninguém mais ouve o que eu falo
e o meu falo não é nada
comparado à minha fala.
Falo, falo, ninguém mais se cala
e todo ser humano com que falo,
fala!
E até as mulheres têm a fala
como um direito que é delas
apesar de nada terem entre as pernas
têm a fala, têm o falo e
muitas vezes eu me calo
diante das falas mais belas.
Quando foi que mudaram
as representações de poder?
De que serve o falo,
se todo mundo fala?
e o meu falo não é nada
comparado à minha fala.
Falo, falo, ninguém mais se cala
e todo ser humano com que falo,
fala!
E até as mulheres têm a fala
como um direito que é delas
apesar de nada terem entre as pernas
têm a fala, têm o falo e
muitas vezes eu me calo
diante das falas mais belas.
Quando foi que mudaram
as representações de poder?
De que serve o falo,
se todo mundo fala?
Assinar:
Postagens (Atom)